Tradicional prova de longa distância levou atletas de todo o Brasil para percursos de até 100 km ao redor do Lago Paranoá e reforçou a vocação da capital para o turismo esportivo

Neste domingo (5), Brasília foi a capital dos corredores com a realização da 20ª Volta do Lago Caixa, uma das mais tradicionais provas de longa distância do país. Com largada às 4h, na Ponte JK, o evento reuniu atletas de diferentes estados brasileiros nas categorias solo de 50 km, 70 km e 100 km, além das equipes de revezamento, que percorreram os 100 quilômetros divididos entre 4, 6 ou 8 integrantes.
Muito além da competição, a Volta do Lago Caixa transformou a capital federal em um grande ponto de encontro do esporte. Corredores, familiares, assessorias esportivas e equipes de apoio movimentaram hotéis, restaurantes, comércios e espaços públicos durante todo o fim de semana, impulsionando o turismo esportivo e a economia local.
Uma prova que faz parte da história de Brasília
Criada em 2004, a Volta do Lago Caixa chegou à sua 20ª edição consolidada como um dos principais eventos esportivos do Distrito Federal. O percurso contornou o Lago Paranoá, passando por diferentes regiões da cidade e proporcionando aos participantes uma experiência que combinou desafio físico, planejamento e contato com um dos principais cartões-postais da capital.
Desde a primeira edição, a Caixa patrocina a prova e acompanha sua trajetória de crescimento. Ao longo dessas duas décadas, a parceria contribuiu para fortalecer um evento que incentiva a prática esportiva, a qualidade de vida e a ocupação dos espaços públicos por meio do esporte.
Mais de 40 mil atletas já participaram da Volta do Lago Caixa, que também se consolidou como referência para ultramaratonistas e corredores que utilizam a prova como preparação para grandes desafios nacionais e internacionais.
Estratégia e integração
Nas equipes de revezamento, a preparação começou muito antes da largada. Os participantes analisaram os 12 trechos do percurso para definir estrategicamente a distribuição dos corredores, considerando fatores como resistência, ritmo e nível de dificuldade de cada etapa.
Além do aspecto esportivo, o revezamento promoveu integração entre os participantes, que compartilharam a logística da prova, incentivaram uns aos outros e transformaram os 100 quilômetros em uma experiência coletiva.




