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terça-feira, 7 de julho de 2020

Médicos do DF criam protocolo para tratar a covid-19

Grupo de quase 500 médicos do DF criam protocolo para tratamento precoce da Covid-19
Documento com sugestão de medicamentos foi entregue à Secretaria de Saúde e inclui hidroxicloroquina e ivermectina
Médicos da rede pública e privada do Distrito Federal se reuniram para elaborar e propor um protocolo de tratamento precoce de pacientes infectados pelo novo coronavírus. Na lista de medicamentos a serem ofertados aos doentes está a hidroxicloroquina, além do vermífugo ivermectina e do antibiótico azitromicina.

Os médicos defendem que os remédios sejam oferecidos aos pacientes nos postos de saúde. “As pessoas precisam saber que há opções. É possível enfrentar o coronavírus com medicação e não só esperar uma cura espontânea ou o agravamento da doença e a posterior internação em UTI”, disse um dos médicos.

Para os integrantes do grupo, o tratamento precoce pode evitar o colapso da rede pública do Distrito Federal ao diminuir a necessidade de internação dos pacientes infectados pela Covid-19. O documento com sugestões foi entregue à Secretaria de Saúde e está sob análise.

O grupo que reúne médicos de hospitais públicos e de unidades particulares, orienta a prescrição dos medicamentos tão logo o paciente apresentar sinais da doença. De acordo com eles as doses e os medicamentos propostos variam com o histórico de cada paciente. Mas, na maioria dos casos, o tratamento dura de 2 a 14 dias.

Segundo os médicos do grupo nominado Covid-19, estudos científicos publicados recentemente mostram resultados positivos sobre a eficácia dos medicamentos sugeridos no protocolo. Um deles, realizado por membros do Sistema de Saúde Henry Ford, em Detroit, nos Estados Unidos, demonstrou que pacientes infectados tratados com hidroxicloroquina apresentaram menor taxa de mortalidade.

A equipe americana analisou o quadro clínico de 2.547 pacientes, que foram divididos em dois grupos. De acordo com os estudos, a taxa de mortalidade entre as pessoas que receberam a droga foi de 13%, enquanto o índice chegou a 26% entre os que não foram medicados com o fármaco.

A ivermectina, medicamento contra infestações parasitárias, também está no protocolo. E, de acordo com os médicos do grupo, apresentou resultados positivos contra o novo coronavírus in vitro, ou seja, em testes laboratoriais. O objetivo dessa prescrição é a contenção da proliferação do vírus.

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