Brasil perde um ícone da dramaturgias



Amanhã cedo será o velório no Teatro Municipal no Rio de Janeiro. Serei o primeiro a chegar. Estou a caminho e no voo de Sampa para o Santos Dumont no Rio de Janeiro. Na foto, o Milton conversando com meu saudoso pai Vespasiano. Em pé, minha saudosa mãe Dejanira e este escriba da política nacional, jornalista Walter Brito. 

O evento acima foi o lançamento da primeira edição de meu livro "Memórias de uma família negra brasileira", no dia 10 de outubro de 2006 no Teatro Nacional em Brasília, com mil pessoas presentes, entre elas os meus sete irmãos, meus pais, os três atores negros da TV Globo com novelas no ar: Milton Gonçalves, Jorge Coutinho e Cosme dos Santos. Entre as autoridades, o então presidente da Suprema Corte Maurício Corrêa, o juiz goiano Wilson da Silva Dias, o chefe do Cerimonial, o apresentador de TV Clayton Aguiar, a então governadora Maria de Lourdes Abadia, 32 embaixadores, entre os quais 23 do Continente Africano, 29 parlamentares, entre deputados distritais, federais de diversos estados e três senadores, inclusive José Sarney, que fez o texto de apresentação de nossa obra. O prefácio é do poeta goiano Antonio Victor, e a capa, do artista plástico Siron Franco. Vá com Deus Milton Gonçalves! A arte brasileira sentirá a lacuna em que permanecerá a memória do seu enorme talento!

Emerson Tormann

Técnico Industrial em Eletrônica com especialização em Tecnologia da Informação e Comunicação. Especialista em inspeção predial. Editor chefe na Atualidade Política Comunicação e Marketing Digital Ltda. Jornalista e Diagramador - DRT 10580/DF. Sites: https://etormann.tk e https://atualidadepolitica.com.br

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