DISTRITO FEDERAL | POLÍTICA - "A Dança das Cadeiras!" Articulações políticas à todo vapor, mas sem muita representatividade. Confira as movimentações!

Falta de candidatos competitivos, complica a vida dos partidos no DF

A garimpagem de quem tem votos no DF é uma luta de vida ou morte das legendas se quiserem atravessar a cláusula de barreira em 2022

A menos de 1 ano das eleições de 2022, as agremiações partidárias do Distrito Federal estão a caça de candidatos a deputado federal que tiveram mais de 30 mil votos na última eleição. São poucos.

Guerra pela sobrevivência

Entram na guerra pela sobrevivência, partidos como MDB, PL, PTB, PP, PT, Republicanos e União Brasil. Tem deputados federais com mandato que devem não conseguir a reeleição. O jeito é tentar a Câmara Legislativa. Já os partidos médios, com pouca representação na Câmara Federal, além dos chamados “nanicos” sem representação alguma, deverão ingressar em federações partidárias ou serão varridos do mapa político, antes mesmo das eleições de 2022.

Assediados

Nas últimas duas semanas, os pré-candidatos a deputado federal, como Paulo Fernando Melo, Joaquim Roriz Neto e Professor Paco foram os nomes mais assediados pelas legendas regionais. Esses já são nomes testados nas urnas com mais de 30 mil votos.

Baixa no PTB

Nos bastidores há informação que o advogado Paulo Fernando Melo, vice-presidente do PTB/DF, deve deixar o partido de Roberto Jefferson no próximos dias. Corre a informação ainda que, antes, Melo viajá até Bangu I, no Rio de Janeiro, onde se encontra preso o presidente nacional do PTB, para informar de sua decisão. A continuar no PTB Paulo Fernando pode ver mais uma vez o seu projeto naufragar.

Questão de lógica

A nova legislação prevê que os partidos terão que ter pelo menos 80% do coeficiente nas próximas eleições. Ou seja: ter ao menos 144 mil votos para fazer um deputado federal. O candidato terá que ter ainda 20% do coeficiente, ou seja, 36 mil votos. Quem tiver menos disso não conseguirá se eleger, é fato.

O desgaste de José Gomes

O deputado distrital José Gomes, atual presidente regional do PTB, eleito em 2018 com pouco mais de 16 mil votos, não conseguirá arrancar das urnas, os 40 mil votos que possam ajudar o seu partido a eleger um federal como exige Roberto Jefferson. A situação de Gomes, apesar de ser empresário e ter muito dinheiro, sofre com o degaste de um processo de cassação por coagir empregados de sua empresa a votar nele, na última eleição. Para se eleger deputado já será difícil.

Os Roriz & os Arruda

O PL, partido que se filiou o presidente Jair Bolsonaro, visgou para as suas fileiras o neto de Joaquim Roriz. A viúva do ex-governador, Weslian Roriz, também já se filiou ao partido arrudista. Dizem que José Roberto Arruda teria prometido a Wesley uma vaga de vice não se sabe de quem.

O careca não para

O ex-governador José Roberto Arruda, tem se destacado como o maior operador de nominatas que possa ajudar o Partido Liberal (PL) sair das eleições do próximo ano, mais robusto do que nas eleições passadas. Ele é craque nisso.

Bia Kicis no PL

A deputada federal bolsonarista Bia Kicis, atual presidente da CCJ, deve deixar o PSL para se filiar ao PL, controlado pelo casal Arruda na capital federal. Ela só estava esperando Bolsonaro se filiar ao partido de Waldemar da Costa Neto para fazer o mesmo.

PL elege dois.

Com a entrada de Bia, o PL do DF pode eleger dois deputados federais nas contas do ex-governador Arruda. A disputa será grande entre Paulo Fernando, caso entre para o partido e Joaquim Roriz Neto que já estar no partido.

Erika Kokay e Agnelo

O PT pode ter votos para reeleger a deputada federal Erika Kokay e pode trazer de volta, ao cenário político, o ex-governador Agnelo Queiroz o elegendo deputado federal.

O sonho da volta

Agnelo foi preso por acusação sob a suspeita de participação em um esquema de desvios de R$ 900 milhões na construção do Estádio Mané Garrincha, mas o processo a inda não está transitado em julgado.

Vencendo os obstáculos

Nos processos que transitam no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), o ex-governador petista vem vencendo alguns, o que lhe motiva a disputar uma vaga da Câmara Federal. Em tempo: O ex-governador ainda tem um capital político bem mais robusto que o da deputada federal Erika Kokay. Se o PT fizer um, esse um será Agnelo.

E o MDB?

O MDB já está em campanha em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Passou ser a vitrine politica mais importante do momento capaz de colher bons quadros para a disputa eleitoral do próximo ano. O partido marcha unido para reeleger o governador Ibaneis Rocha. O deputado distrital Rafael Prudente, presidente do partido e da Camara Legislativa, será candidato a deputado federal. O partido tem nominata para eleger dois deputados federais, segundo os analistas políticos do MDB.

Marli vem a distrital

Um dos maiores sindicatos de servidores do Distrito Federal, o Sindsaúde, não quer mais ser coadjuvante, mas ator principal da cena politica eleitoral do próximo ano. A sindicalista Marli Rodrigues, presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde do DF, é pré-candidata a distrital. “Demorou”, dizem os aliados de primeira hora.

Grandes vitórias

Desde o fim do governo Rollemberg(PSB), um dos piores da história de Brasília, a sindicalista tem contabilizado inúmeras vitórias nestes três anos do governo Ibaneis Rocha.

A Gata; Coisa do passado

A gratificação de Atividade de Técnico Administrativo (GATA), negada pelo governo passado, foi pago de cabo a rabo. Marli conseguiu o pagamento das pecúnias atrasadas, cujos parcelamentos agora estão em dia. Conseguiu a ampliação de jornada de trabalho de 20 para 40 horas.

E fez mais…

A líder sindical transformou o plano de saúde dos servidores e seus dependentes em uma realidade e de quebra trabalhou firmemente pelo pagamento em dia do Trabalho por Tempo Determinado (hora extra) e ainda e ainda pela convocação dos servidores concursados.

E mais ainda…

Um das maiores reivindicações dos trabalhadores da saúde, incorporada por Marli Rodrigues,  que se arrastou por anos era a  modernização da carreira de assistência pública. Em junho a sindicalista e os quase 15 mil servidores da carreira de Assistência Pública de Saúde comemoram a sanção da Lei nº 1735/2021, que moderniza suas atividades. Uma baita vitória.

Baixa I

A pré-candidata irá para a disputa e certamente vai tirar muitos votos do deputado distrital Jorge Viana (Podemos), apoiado, em 2018, pela categoria dos técnicos em enfermagem.

Baixa 2

Também provocará uma baixa no eleitorado do médico Gutemberg Fialho, presidente do Sindmédico/DF. Gutemberg coleciona várias derrotas para distrital sem conseguir ganhar nenhuma eleição até agora. De acordo com a maioria absoluta dos servidores públicos, Marli é um nome a ser testado pelas urnas com real chance de ser eleita a deputada distrital no próximo ano.

FONTERADAR DF | EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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