MUNDO | CORÉIA DO NORTE - Kim Jong Un demite integrantes do alto escalão por descumprimento de medidas contra a COVID-19.

Kim Jong Un alerta para 'graves consequências' após incidente com Covid-19

Funcionários de alto escalão do partido foram demitidos por não cumprirem com medidas estritas de prevenção ao novo coronavírus

Kim Jong Un alertou para 'graves consequências' após funcionários não cumprirem com medidas estritas de prevenção à Covid-19 | Foto: Reuters

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, demitiu vários funcionários do alto escalão do partido que governa o país por não cumprirem com medidas estritas de prevenção à Covid-19, um abandono do dever que o jovem ditador disse que terá "graves consequências" para a nação empobrecida e isolada, relatou a mídia estatal nesta quarta-feira (30).

Não está claro quem ou exatamente quantos funcionários foram responsáveis pelo incidente não especificado, que Kim chamou de uma "grande crise". Mas parece que alguns membros dos escalões superiores do Partido dos Trabalhadores da Coreia foram substituídos, de acordo com a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

Um surto de Covid-19 pode ser terrível para a Coreia do Norte. É improvável que a infraestrutura dilapidada de saúde do país esteja à altura da tarefa de tratar um grande número de pacientes com doenças altamente infecciosas.

A Coreia do Norte não reconheceu publicamente nenhum caso de coronavírus, embora os especialistas afirmem que possa ser consequência da capacidade limitada de teste de Pyongyang.

Poucos acreditam que um país de cerca de 25 milhões de pessoas foi poupado por um vírus que infectou mais de 180 milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente depois que a KCNA alertou no verão passado que um incidente envolvendo um desertor sintomático da Coreia do Sul poderia levar a um "desastre mortal e destrutivo desastre."

Nenhum desastre desse tipo foi relatado depois disso.

Até o momento, a Coreia do Norte foi capaz de prevenir um grande surto de casos de Covid-19 graças a uma série de medidas draconianas de saúde pública. Kim teria executado duas pessoas no ano passado por crimes relacionados à Covid-19, incluindo um oficial da alfândega que não seguiu as regras ao importar mercadorias da China.

As fronteiras da Coreia do Norte foram fechadas desde janeiro de 2020 para manter o vírus sob controle, apesar dos efeitos colaterais sobre o comércio com Pequim, uma tábua de salvação econômica de que o país empobrecido precisa para evitar que seu povo passe fome.

Pyongyang relatou uma crise alimentar ligada em parte ao mau tempo e questões comerciais. O setor agrícola ainda está se recuperando dos danos da tempestade no ano passado, e as exportações da China caíram 90% em maio em relação ao mês anterior, de acordo com estatísticas oficiais de Pequim, embora não esteja claro o motivo.

Os preços de alguns produtos básicos estão subindo vertiginosamente em Pyongyang. Os especialistas dizem que os preços do arroz e dos combustíveis permanecem relativamente estáveis, mas os preços dos produtos básicos importados, como açúcar, óleo de soja e farinha subiram. Moradores disseram que itens não básicos, como um pequeno pacote de chá preto, podem custar cerca de US$ 70, enquanto um pacote de café pode custar mais de US$ 100.

Analistas dizem que Kim e o regime norte-coreano aceitaram tacitamente os custos de um plano tão extremo para manter a Covid-19 sob controle porque os líderes do país reconhecem como o vírus pode sobrecarregar o sistema de saúde.

Os desertores e auxiliares norte-coreanos que se ofereceram como voluntários no país dizem que seus hospitais e instalações médicas geralmente carecem de equipamentos e medicamentos adequados. Os norte-coreanos que fugiram para o exterior durante a fome dos anos 1990 compartilharam histórias de amputações feitas sem anestesia ou médicos vendendo remédios para comprar comida para sobreviver.

A Coreia do Norte ainda não recebeu nenhuma vacina contra o novo coronavírus, embora tenha um relacionamento de longa data com a Gavi, a aliança global de vacinas, e seja elegível para seu programa de vacinas, a Covax Facility. No entanto, países com surtos mais graves provavelmente estão sendo priorizados.

Autoridades do governo do presidente dos EUA, Joe Biden, disseram no mês passado que a Casa Branca está aberta para compartilhar vacinas com Pyongyang, mas não está claro o quão receptivo o regime de Kim seria.

A Coreia do Norte, no entanto, está bem posicionada para evitar que o vírus penetre nas fronteiras, porque as pessoas dentro do país não têm a liberdade de se movimentar como quiserem.

Os desertores dizem que os norte-coreanos comuns não têm permissão para viajar para longe de casa sem a aprovação do governo, o que significa que haveria menos oportunidades para o vírus se espalhar de cidade em cidade.

FONTE: CNNBRASIL.COM.BR

 EDIÇÃOREDAÇÃO DO GRUPO M4 PRODUÇÕES COMUNICAÇÃO E MÍDIA

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